Oscar andava
distraído pela rua, quando um barulho o distrai.
Olha para os
lados e nada.
Quando uma mão
tapa sua boca com um pano, e ele desmaia.
- Bom, serve
você mesmo!
Seu celular
cai no chão.
No hospital,
Taianne resolve ir para casa.
- Pode ir,
Tai, não quer mesmo que eu te leve?
- Não Dan, eu
vou a pé!
- Se é
assim...
Os dois se
beijam e Taianne sai de lá.
Mexia no
celular, atualizando seu perfil no Twitter, quando tropeça em alguém.
- Droga, essas
ruas poluídas de São Paulo! Espera aí, é um celular?
Começa a mexer
e vê que era de Oscar Filho.
- Não pode
ser! É do Oscar! O que aquele unicórnio alada cor de burro quando foge fez para
o perder? Vou na casa dele!
Chega e toca
várias vezes a campainha, e nada de Oscar.
- Onde será
que ele se meteu, hein?
Letícia chega
perto, e vê que ele respira por aparelhos, e seu coração bate lentamente.
- Rafinha?
- Meu nome não
é esse! – ele abre os olhos.
- Que bom que
você acordou! – ela faz menção de beijá-lo, mas ele a impede.
- Não, eu nem
te conheço!
- Como assim,
Rafinha, eu sou a Letícia... Sua namorada!
- Não me chamo
Rafinha, você não é minha namorada, nem te conheço e é melhor você sair daqui!
- Mas...
- Vai!
Letícia sai de
lá chorando, porque Rafinha a tratou assim?
CONTINUA...