O procura em
todos os lugares, mas não o acha.
Andava muito
assustada pelas ruas, quando avista alguém sentado na calçada.
- Tudo bem,
moço?
- Não, minha
mãe acabou de morrer! – ele começa a chorar.
- Danilo, é
você?
- Taianne?
- O que você
faz aqui, seu louco?
- Estou mal,
sabia?
- Ok, quer que
eu te leve para casa?
- Vou aceitar,
então...
Os dois se
beijam, e vão para casa.
Algumas horas
depois, faltavam 3 horas e nenhum doador.
Danilo já
estava no velório, quando Felipe tem uma idéia, e foi ao seu encontro.
- Danilo,
posso falar contigo, cara?
- Claro, o que
foi?
- É sobre o
Rafinha! Só temos duas horas!
- Nossa, o que
eu posso fazer?
- Concordar em
doar o coração dela!
- O coração da
minha mãe?
- É, a sua mãe
já está morta, mas o Rafinha não, quer dizer... Tudo depende de você!
- Não sei
não...
- Cara, é o
Rafinha...
- Tudo bem, eu
concordo!
- Valeu cara,
o Rafinha agradece!
- De nada!
Enquanto isso,
Letícia recebe a notícia.
- Caramba, que
façam isso logo, meu amor tem que viver!
Mais uma hora
havia se passado, e nada da doação chegar.
O doutor
chega, sério.
- Ainda não
chegou?
- Não, por
quê? – Letícia pergunta.
- O coração
dele está quase não batendo mais!
- Não! Le se
desespera e se apoia em Oscar que é quase amassado.
O médico entra
no quarto e sai depois de alguns segundos.
- O que foi? –
Letícia pergunta em meio ao choro.
- O coração
dele parou de bater!
- Não! – Ela
chora ainda mais e limpa o nariz na camisa de Oscar.
- Doutor, o
coração chegou!
- Que bom,
leve para a sala de cirurgia!
- Ok!
Danilo chega.
- O coração de
minha mãe já chegou?
- Sua mãe?
- É!
- Nossa, eu
não sabia! Desculpa! Chegou sim!
- Tudo bem!
- Ai, será que
ele vai ficar bem?
- Claro que
vai!
Le se apoia no
ombro dele, e Dan acaricia seus cabelos.
Horas se
passam e o silêncio era maldito.
O doutor chega
com o jaleco todo ensangüentado.
- Tenho uma
notícia para dar!
Letícia
levanta e corre para a sala de cirurgia.
- Não é
proibido entrar e...
- Não importa!
Ela entra na
sala e vê Rafinha.
CONTINUA...