Haviam se
passado 10 horas e nada de um doador.
De repente,
Wanessa sai do quarto com o braço engessado.
- Não
adiantou, meu bem! – ela fala olhando para Isadora.
- Ela não
estava presa? – questiona Le.
- Disse bem,
estava! Pagou fiança e foi liberada! – explica Isa.
- Como você
sabe?
- Eu me
encontrei, sem querer, com ela!
- Como assim?
- Ela me
encontrou, confessou que atirou no Rafinha, e tentou atirar em mim!
- Assassina!
Mas e daí?
- Daí segurei
no braço dela e fiz ela atirar em si mesma!
- Louca!
- Por quê?
- Isso poderia
ter dado errado!
- É mesmo, foi
mal!
- Tudo bem!
- E o Rafinha?
- Precisa de
um coração até 15 horas!
- Meu Deus!
Mas vai ser difícil!
- Eu sei
disso! – Le começa a chorar.
Mais 5 horas
se passam, e Danilo resolve ligar para sua mãe.
- Mãe?
- Oi filho,
tudo bem?
- Mais ou
menos, meu colega Rafinha precisa de um coração!
- Nossa, sei
de alguém que pode doar!
- Quem?
- ...
- Mãe?
A ligação cai.
- O que foi? –
Taianne pergunta, preocupada.
- Minha mãe...
- O que tem
ela?
- Disse que
sabia de um doador, mas desligou!
- Estranho!
- Pois é! Acho
que vou lá ver!
- Quer que eu
vá junto?
- Não precisa!
- Ok, então...
Danilo sai e
Taianne continua preocupada.
O doutor de
Rafinha novamente aparece.
- Algum
doador? – ele pergunta, preocupado.
- Nada... Como
ele está?
- Está ligado
aos aparelhos... Você sabe a segunda opção!
- Não, nunca
terei coragem de fazer isso!
- Mas ele está
sofrendo, Le! – Felipe a ampara.
- Não quero
que desliguem nada, ouviram?
- Tudo bem, o
jeito é esperar...
Tas entra
assustado na sala de estar.
- O que foi,
Tas? – pergunta Oscar.
- É o Danilo!
- Aconteceu
algo? – Taianne pergunta, quase chorando.
- Sim, mas não
com ele!
- Como assim?
– Isa estava confusa com as falas de Tas.
- É com a mãe
dele!
- Não me diga
que...
- Sim, a mãe
dele acabou de ser encontrada em casa, morta, com o telefone na mão!
- Meu Deus! –
Taianne se desespera e sai do hospital, querendo amparar seu amado.
CONTINUA...
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