sábado, 14 de julho de 2012
Capítulo 38
Rafinha estava sentado no sofá e alguém bate na porta.
- Amor? - Rafinha vê Jéssica e bola um plano, fingindo que não sabia de nada.
- Eu mesma! Sozinho, lindo?
- Os fantasmas sempre me acompanham!
- Sério? Que bom!
- E você, fazia o que até agora?
- Ah... Com umas amigas!
- Hum... Sabia que te vi saindo de um motel acompanhada?
- Er... Era meu amigo!
- Quer enganar quem?
- Ok... Eu era uma prostituta e você me tirou dali! Podia ser sustentada por você, mas quis ter meu próprio dinheiro, e voltei a ser o que era!
- Ah, que pena... Ufa que existe memória!
- Como assim?
- A perda de memória de alguém pode durar dias, meses ou anos!
- E daí?
- Daí que a minha durou dias!
- E...
- Eu lembrei de tudo! Da Letícia, de você, de seu instinto assassino e do seu plano de ficar comigo!
- Você está errado! Eu...
- Para, eu lembro de tudo e você não vai me enganar!
- Se é assim, podemos ficar juntos!
- Como, eu já...
- Matei ela! Somos só eu e você, amor!
- O quê?
- Fiz por você, amor! Ela era muito idiota!
- Mas eu a amo! Quer saber, eu te odeio!
- Eu te amo!
- Vai embora!
- Mas...
- Não vou falar mais uma vez! - E Rafinha expulsa Jéssica de sua casa.
Pega o celular e liga para Andreoli.
- Cara, onde você está? - Ela diz, preocupado.
- Na casa da Isa, o que foi?
- A Jéssica disse que matou a Letícia!
- Você...
- Sim, recuperei a memória!
- Não acredito que ela fez isso... Acho que quer te assustar!
- Mas não posso arriscar!
- Tem razão! Vou num hospital e você vai no outro!
- Ok, espero que tudo seja mentira!
- Também... - E ambos desligam o celular.
Rafinha pega o carro e vai no hospital próximo. Precisa de seu amor vivo, ao contrário, não conseguiria viver.
CONTINUA...
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