quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Capítulo 3


- Tem certeza de que quer ir mesmo?
- Claro mãe, lá vou procurar emprego e tudo vai ficar bem!
            - Mas São Paulo, capital?
            - Claro, lá é um bom lugar! Fica tranqüila!
            - Tem certeza?
            - Sim... Olha, está na hora do meu vôo!
            - Ok, beijos, filha! Se cuide, viu?
            - Pode deixar!
            Ela pega as malas, vai até o aeroporto e embarca no avião.
            Logo chega, e fica andando para lá e pra cá, não sabendo em que direção ir. Até que uma mão aparece em seu ombro.
            - Perdida? – Era um rapaz alto, com barba, com um pouquinho a mais de peso, um boné preto, camiseta preta, calça jeans azul e um lindo sorriso.
            - Pois é, não sou daqui...
            - Quer ajuda?
            - Claro, eu queria saber se tem algum lugar aqui perto para alugar?
            - Bem... Se não estiver alugado, tem um quarto no prédio da frente da minha casa...
            - Pode ser, eu vou pegar um táxi, e...
            - Nada disso, faço questão de levá-la até lá!
            - Obrigada, então...
            - Não precisa, não foi nada.
            Os dois entram no carro e vão em direção ao prédio.
            Chegando lá.
            - É aqui!
            - Nossa, valeu mesmo!
            Ele sorri.
            Ela entra no prédio e fala com o porteiro.
            - O senhor poderia me informar se tem algum quarto para alugar aqui?
            - Ih... O último acabou de ser alugado!
            - Tudo bem... Obrigada!
            - De nada!
            Ela volta ao carro.       
            - E aí?
            - Não tem nenhum...
            - Droga!
            - Vou ver se agora eu acho um hotel por aqui...
            - Quer que eu te leve?
            - Não precisa, valeu!
            Quando ela estava indo, ele a chama novamente.
            - O que foi?
            - Não me disse seu nome!      
            - Ah, é Taianne!
            - Prazer, o meu é Danilo!
            - Prazer também!
            - Ah, se eu te fizer um pedido, você aceita?
            - Depende, o que é?
            - Ficar um tempo em minha casa, até arranjar um lugar...
            - Acho melhor...
            - Ah vai... Aceita!
            - Está bem, eu aceito. Mas com uma condição!
            - Qual?
            - Como amigos!
            - Claro, quem pensou nisso? Eu que não!       
            Ele pisca para ela.
            - Ih... Vem chuva, vamos?
            - Claro!
            E os dois entram na casa.
            CONTINUA...

Nenhum comentário:

Postar um comentário